2º Domingo da Páscoa
Domingo da Oitava da Páscoa (Lc 24,13-35) D. Afonso VIEIRA, OSBEsta passagem do Evangelho me faz sempre lembrar uma reflexão que ouvi quando frequentava a catequese, quando era criança: o que mais faz sofrer a Read more
É a Cristo que os monges querem dar o primeiro lugar quando cantam os Salmos na liturgia, quando se tornam disponíveis à acolhida de hóspedes, ao trabalho e ao serviço da comunidade, e quando estão atentos a todas as angústias humanas que tentam aliviar por meio de suas orações e da escuta àqueles que nos procuram.
A oração na igreja ao longo de todo o dia, chamada de “Ofício Divino”, é um tesouro que o monge se alegra em celebrar com aqueles que vêm ao mosteiro por algumas horas ou alguns dias. O canto gregoriano nas missas, e os hinos e salmos em língua portuguesa no Ofício Divino são o tecido do louvor monástico no Mosteiro da Transfiguração.
O interior do mosteiro em si – que chamamos de clausura –, lugar da vida da comunidade, não pode ser visitado. A atmosfera de silêncio ali preservada é necessária para a vida monástica, que comporta certa restrição em seus contatos com o exterior. Entretanto, a acolhida e a atenção às realidades contemporâneas permanecem sendo parte essencial da espiritualidade beneditina: esta é a dimensão que este site gostaria de honrar.
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HOMILIA DOMINGO DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR (Jo 20,1-9) D. Paulo DOMICIANO, OSB “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada” (Jo 20,1); “Saíram, então, Pedro e o outro Read more
D. Paulo DOMICIANO, OSB Não me canso de repetir a cada ano o quando é impactante para mim celebrar a Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, como diz Santo Agostinho: há praticamente 2000 Read more